Trocamos ideia com o produtor baiano Dr. Drumah, que lançou a beat tape 90 Mindz

Nosso camarada Jorge Dubman é um mano muito versátil quando o assunto é música. Além de ter feito parte de projetos como Paraum, Dubstereo e Rádio Mundi, o baiano de Salvador também comanda as baquetas do super combo IFÁ e ainda encontra tempo para lançar instrumentais sob a alcunha de Dr. Drumah. Ele já passou na matriz do Mangroovee na companhia de todas essas bandas, mas é a primeira vez que o pseudônimo do baterista desembarca aqui no site com os beats na bagagem. Lançada pelo selo 77 Rise Recordings,  dos EUA, a beat tape 90 Mindz apresenta 16 instrumentais cheios de elementos da época de ouro do ritmo e poesia. Não vamos nos alongar demais na introdução porque trocamos uma ideia com o protagonista da história e a conversa rendeu bastante. Então aperte o play para escutar o registro e tenha uma boa leitura. Salve, Dubman!

1 – Como o próprio nome 90`s Mindz sugere, a sonoridade da trilha é totalmente influenciada pela era de ouro do rap. O registro traz vários recortes de nomes do peso de Pharcyde, A Tribe Called Quest e Common, além de caixa e bumbo bem calibrados. Quais outros artistas dessa época do rap também te influenciaram? E quais nomes da nova geração também fazem sua cabeça?

Dr. Drumah: Minha intenção foi resgatar a sonoridade da Golden Era. Passei quase um ano pesquisando timbres e estudando como os produtores da época cortavam os samplers, que na sua maioria eram mais de um corte com várias combinações. Todo o processo foi importante para conseguir implantar essa atmosfera na tape. Outros artistas da época que também me influenciaram e me influenciam até hoje são Pete Rock, Buckwild (D.I.T.C.), Lord Finesse, DJ Premier, Nick Wiz, Large Professor, DJ Spinna e J Dilla. Da nova geração tem uma galera nova muito boa que costumo escutar, como o Figub Brazlevic, Budamunk, Illsug, FloFilz, Elaquent, Ras G, Shungu, Wun Two, Lewis Parker e BlabberMouf.

2 – Falando especificamente sobre beats brasileiros, quais produtores nacionais apresentam um bom trabalho na sua opinião?

Dr. Drumah: Aqui no Brasil também tem uma galera responsa. O Sono TWS, O Tiago Frúgoli, Abud, Rodrigo Tuchê, Eduardo SantozBeatwise Recordings, Calmão (Mental Abstrato), Shaolin Drunk Monk, DJ TG, Sala 70, Cabes, Lucas Pizzol, Jr. Wize, a galera da Casa Brasilis, entre outros. O Brasil precisa conhecer o Brasil.

3 – Em relação ao processo criativo da beat tape, você gravou tudo em Salvador e ia trocando ideia com os caras da gravadora pela internet? Mandou tudo pronto? Como foi?

Dr. Drumah: Produzi e mixei tudo no Kzah 04 Records, meu laboratório aqui em Salvador. Já tinha enviado uma versão pronta de como seria mais ou menos o álbum e eles me deram um prazo para finalizar o processo de mix/máster, além de alguns instrumentais que fui atualizando. Eles já sabiam qual era a proposta sonora do disco e me deram total liberdade para trabalhar. Produzi 70% dos beats no FL Studio e os outros 30% foram feitos na MPC 1000 e na SP-303.

5 – 90`s Mindz é seu primeiro trampo lançado pela 77 Rise Recordings. Como aconteceu esse encontro entre você e a gravadora? E como está sendo lançar a beat tape com o suporte dos caras?

Dr. Drumah: Isso tudo se deve ao Sono TWS, amigo responsável por fazer essa ponte e tornar a possibilidade real. Falei que estava fazendo um trabalho focado na década de 90 e queria muito lançar no formato cassette. Ele pediu para escutar e ficou de mostrar para alguns contatos dele na gringa. Certo dia ele me escreveu dizendo que o pessoal do 77 Rise Recordings tinha gostado muito e queria fazer o lançamento da trilha. O Matt Bloom, um dos sócios do label e que também é beatmaker, entrou em contato comigo e acertamos tudo.

Está sendo ótimo lançar por um selo de outro país. Já produzi algumas trilhas para artistas da cena alternativa dos EUA e Europa (Marchitect of The 49ers, Glad2Mecha, Melodiq) , mas sem essa experiencia de ter o suporte de uma gravadora, saca? Eles fazem uma ótima divulgação de todo o trabalho e conseguem atingir o público certo. A pré-venda e o feed back estão sendo ótimos. Espero que ainda venham outros trabalhos.

6 – Quem tiver afim de pegar uma cópia física precisa ficar ligado em quais endereços?

Dr. Drumah: É só entrar em contato comigo através da page Dr. Drumah & Kzah 04 Records ou no meu perfil pessoal Jorge Dubman. Lembrando também que quem quiser adquirir a fita cassette, pode fazer o pedido diretamente no BandCamp da 77 Rise Recordings.

Dr. Drumah | 77 Rise Recordings

Programa Mangroovee #49: Thiago El Niño, Jards Macalé, DuSouto, The Officials e Luiz Melodia

Já estamos quase chegando até o simbólico episódio de número #50 na Rádio Educativa FM, de São José do Rio Preto. Muito louco ver como a transmissão alcança pessoas de todos os perfis possíveis e alastra a boa música em todos os cantos da nossa cidade natal. A sessão #49 traz novas faixas do produtor Vanilla e do MC Thiago El Niño, além de sons assinados por Outkast, Jards Macalé, Du Souto, Luiz Melodia, The Officials, Abayomy, Judah Eskender Tafari, Black Uhuru e The Officials. Você também pode escutar todos os trabalhos em nossa página no Mixcloud e/ou no portal dos camaradas do Hempadão Hempada. Valeu todo mundo que fortalece!

Trocamos ideia com o Matéria Prima, que acabou de lançar o vídeo de Sai Na Marra

A última semana foi bastante agitada porque estávamos correndo com a produção do nosso primeiro baile na Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, onde estamos morando desde o início de 2016. E como já nos recuperamos da celebração, voltamos aos trabalhos virtuais para atualizar o site com a mais recente entrevista feita pelo mangue. Referência no nosso expediente desde sempre, o Matéria Prima, ex-integrante dos coletivos Quinto Andar e Subsolo, é mais uma vez a bola da vez na matriz.

Depois de lançar no mês passado o excelente disco 2 Atos, que traz produção musical na conta de Gui Amabis (Instituto), o MC mineiro abasteceu o YouTube no último dia 15 com o excelente clipe da faixa Sai Na Marra. Assinado pelo diretor Gustavo Amaral, responsável por dirigir também o clipe de Hahaha, do Rodrigo Ogi, o vídeo embala a levada de Matéria Prima com várias imagens de filmes blaxploitation.

Tínhamos trocado uma ideia com o protagonista da história em janeiro, logo depois do lançamento do álbum, mas devido à correria de ambos os lados, só conseguimos colocar agora a conversa no ar. Então chega no play para conferir a produção audiovisual e escute o álbum completo enquanto você lê a entrevista.

1 – A gente tá ligado no seu som desde a época do Quinto Andar. Você também fez parte do Subsolo, lançou EP e disco em carreira solo, além do trampo nos vocais da banda Zimun. Todos esses trabalhos sempre foram ligados ao rap. O disco 2 Atos bebe dessa fonte, mas você também sai da zona de conforto nas composições e solta a voz sobre diferente instrumentais, principalmente nas cinco primeiras faixas. Como foi o processo de criação e, na sua visão como artista, quão importante é sair dessa zona de conforto e se arriscar em outros estilos musicais?

Matéria Prima: Não estagnar. O risco se dá pela necessidade de descobrir os limites. O rap é um emaranhado de influências e a gente pode se espelhar de uma forma mais nítida em uma ou outra. O processo de criação é o reflexo disso. Esse disco foi feito em parceria com Gui Amabis na produção e participaram também Regis Damasceno, Dustan Gallas, Rica Amabis e Samuel Fraga. Um encontro muito interessante para fazer música, ainda mais vindo do rap, em que tudo é mais instintivo. Faço parte do Zimun, de Belo Horizonte, que ao longo do corre me proporcionou mais maturidade no desenvolvimento tanto da escrita quanto no canto.

2 – Na faixa 9, Sai na Marra, você cita o OGI, um dos nomes do rap nacional que também consegue transitar com naturalidade por diferentes vertentes sonoras. Na sua opinião, quais outros artistas da cena tupiniquim fazem isso de maneira bem feita?

Matéria Prima: Sombra, Criolo, Tassia Reis, Neto (Síntese), Black Alien, Lurdez da Luz, Elo da Corrente, Rodrigo Brandão, são alguns que experimentam e transitam bem entre outras vertentes sonoras.

3 – Ainda falando sobre o universo fora do rap. O que você escuta direto que os fãs das suas rimas não imaginam?

Matéria Prima: Porra, um monte de coisa. Tem fases. Tem hora que é puro rap, tem outra que é Christopher Cross, Chicano Batman, Little Beaver, Juçara Marçal, Gilberto Gil, Kiko Dinucci e por aí vai.

4 – O rap de Belo Horizonte também vem sendo muito bem representado por bancas como DV Tribo e Posse Cutz. Quem mais aí da área merece uma atenção especial?

Matéria Prima: Abu, Castilho, Well, Roger Deff, Shabê, Kainna Tawa, Tamara Franklin, Douglas Din e Kali. Somente citando alguns que estão na cabeça agora.

Matéria Prima | Zimun

Programa Mangroovee #48: DowRaiz, Pedra Branca, Dona Onete, The Dynamics e Rael

Um pouco antes da última virada de ano, mais precisamento no dia 21 de dezembro, comandamos os controles da Rádio Educativa FM em nossa sessão de número 48 e selecionamos faixas de DowRaiz, Pedra Branca, Thievery Corporation, THE DYNAMICS, The Wailing Souls, Planet Hemp, Leões de Israel, Rael, Black Alien, Daniel Yorubá, Dona Onete, Gilberto Gil, Gerson King Combo e Neguedmundo. Fique atento porque logo mais vamos chegar até o episódio #50 e tem novidade a caminho. Mostre nosso trabalho para sua família e amigos aí na sua área. O mangue agradece!

Programa Mangroovee

Programa Mangroovee #47: The Olympians, Abeokuta, Posse Cutz, Willie Willians e DV Tribo

Aos poucos vamos voltando ao ritmo de sempre com nossas atualizações diárias aqui na matriz e hoje é hora de colocar no ar a sessão de número #47 do mangue nos controles da Rádio Educativa FM. Transmitido pela estação rio-pretense no dia 30 de novembro, o episódio em questão embalou a noite da cidade do interior de São Paulo com Sharon Jones & The Dap Kings, Lee Fields, The Olympians, DV Tribo,  Posse Cutz, Elo da Corrente, Brookzill, Abeokuta, Antibalas, The Wailling Souls, Willie Willians e Bunny Wailer. Reggae, afrobeat, soul, rap, funk e tudo aquilo que vossa senhoria está acostumada a encontrar na área do Mangroovee. Apresente nosso programa para sua família e amigos aí na sua cidade. A firma agradece!

Entrevistamos o Pok Sombra, que lançou recentemente o disco Cartão Postal

No finalzinho de 2016, mais precisamente no dia 24 de dezembro, o MC Pok Sombra e o produtor Dario somaram forças e retiraram do forno o disco Cartão Postal. Já acompanhamos o trabalho dos dois há algum tempo e deixamos uma entrevista engatilhada com o rapper da cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Porém, como o início de 2017 tem sido bastante corrido, só conseguimos atualizar o mangue agora. Então, sem mais delongas, aperte o play abaixo e deixe o álbum climatizar o ambiente enquanto vossa senhoria lê a primeira entrevista do ano no Mangroovee.

1 – A faixa 100 Rap, do Zero Grau Kingz, foi seu primeiro som com o Dario? Como surgiu a ideia de fazer o álbum inteiro com ele?

Pok Sombra: Esse foi o primeiro som lançado na rua, mas já tínhamos outras guias gravadas que ainda estavam na gaveta. Eu estava trabalhando em algumas faixas com ele lá em Curitiba na mesma época que rolou a sessão com o ZGK e o Shaw. Então acabou dando certo juntar todo mundo e gravar o som. A ideia de fazer o disco veio a partir de umas músicas que bolamos pensando inicialmente para um EP com o nome de Da Água ao Vinho. Mas aí a parada rolou de forma tão natural que ele falou sobre gravar o álbum.

2 – Você mora em Pelotas, no RS, e o Dario na capital paranense. As gravações foram feitas à distância ou você passou um tempo em CWB

Pok Sombra: Fiquei alguns dias em Curitiba. Foram três sessões em um total de nove horas, onde trabalhamos pesado e gravamos 14 faixas. Uma delas acabou sendo retirada por motivos pessoais, ideias que eu não concordava mais em passar adiante. A faixa Rua 11, gravada em Pelotas, entrou no lugar dela e ainda ajustamos alguns detalhes lá na sweet home, como as vozes da Juliana Costa e a introdução feita pelo Zudizilla. A distância entre as duas cidades – 992 km – foi um fator que dificultou um pouco, mas a internet também ajudou bastante o processo. Recebi cerca de 40 instrumentais assinados pelo Dario e tive total liberdade para desenvolver meu rap.

3 – Na faixa Rua 11 você fala sobre o inicio da sua caminhada e relata influências musicais que rolavam na sua casa. O que mais você escuta fora do universo do rap?

Pok Sombra: Eu retrato o rolê pelo meu bairro na época de guri. Falo sobre grupos e artistas como Senzala, Cor Brasil, Tim Maia, Gal Costa, Gilberto Gil e muito mais. Sou fissurado em Roy Ayers, Dexter Wanzel, FunkadelicMilton NascimentoArthur Verocai, Max de Castro, Kool and The Gang e José Mauro. Todo mundo deveria conhecer a obra da minha conterrânea Giamarê, uma das pessoas mais especiais que já conheci. Se eu ficar citando, vou falar mil coisas e a lista nunca vai ter fim. Mas esses são alguns  que não canso de ouvir.

4 – O disco tem uma estética bem anos 90, com o Dario assinando produções no original estilo boom bap. O que você acha da onda do trap no cenário do rap atualmente? E, na sua opinião, quais artistas fazem bonito na hora de deslizar a levada sobre as bases de trap?

Pok Sombra: O disco saiu com essa sonoridade de maneira natural porque acabei usando os beats que conversavam melhor com minhas ideias. Acho legal o trap, mas penso que a galera ainda tá descobrindo qual a melhor maneira de encaixar o flow, criar os instrumentais e tudo mais. Independente de qual seja o estilo, só espero maturidade da galera envolvida nas músicas. Gosto de MC´s como Makalister, Nome Santo, ambos de Santa Catarina, além do BK e meus manos do Outro Nível. O Rincón Sapiência chegou passando por cima de todo mundo no single Ponta de Lança e o Zudizilla faz trap de um jeito que ainda não vi ninguém fazer.

Na verdade não sou especialista sobre o tema. Eu era meio chato com o lance de fazer barulho demais e não falar porra nenhuma. Tem mano falando merda somente para se manter na cena. Isso é feio demais com quem se preocupa em ser honesto com o público e consigo mesmo. Tenho vergonha de muita coisa que fiz e aos 28 anos não posso mais errar. Agora é hora de aproveitar esse momento hype e disparar uma porrada de ideia certa na cabeça da gurizada.

5 – O que mais a gente pode esperar do Pok Sombra

Pok Sombra: Tem clipe finalizado e um EP quase pronto. Acabamos de encerrar o vídeo da música Reconstruir, feito pelo Julian Eduardo, meu amigão de Porto Alegre, guri sangue bom que trabalha com uma visão bem de rua. Sou skatista e fiquei felizão depois de ver o trabalho pronto. Espero que a rapaziada goste. Quero agradecer ao Mangroovee pelo espaço e pela paciência. Andei viajando e não tinha tempo de responder, mas agora deu certo. Abraços da galera da Sweet Home. Nos aguardem!

Pok Sombra | Dario

Programa Mangroovee #45: Feminine Hi-Fi, Mano Brown, Jota 3, Verocai e Os Brazões

Terminamos o ano passado ecoando a edição #48 do Programa Mangroovee por meio dos controles sonoros da Rádio Educativa. Então nada melhor que abrirmos os caminhos de 2017 aqui no site com outra sessão inédita da nossa saga, no caso, a de número 45, transmitida no dia 14 de dezembro. A antena da estação rio-pretense disparou nos quatro cantos da cidade lançamentos assinados por Mano Brown, Síntese​, Cachola, Jota 3, High Public Sound, Alpha Steppa, Feminine Hi-Fi, Arthur Verocai, BaianaSystem e IFÁ. Você também confere clássicos na conta de Clara Nunes, Os Brazões e Trio Mocotó.

Muito obrigado a todo mundo que fortalece o trabalho nesses seis anos de caminhada do mangue. Se estiver chegando agora, fique à vontade porque o ano apenas começou e vamos embalar 2017 com boa música.

Entrevistamos o DJ Basim, campeão do DMC Brasil 2016

Somando mais de 15 anos na caminhada como deejay, nosso camarada e conterrâneo Daniel Egide, o DJ Basim, é a essência do Hip Hop. Iniciou seus primeiros passos como dançarino da Super Sonic B. Boys, primeira crew brasileira a competir no mundial de breaking, em Hannover, na Alemanha, no ano 2000. Quase duas décadas depois desse feito histórico, o rio-pretense voltou até o velho continente para representar novamente o Brasil como um dos quatro elementos da cultura. Mas, agora, a história foi diferente e o sangue bom do Basa teve a missão de comandar os toca-discos na etapa mundial do DMC, o campeonato mais importante do mundo em matéria de turntable.

Aproveitamos a deixa e escalamos nosso irmão Plínio Rozani, diretor de toda a parte audiovisual do Mangroovee, para gravar um trampo com o campeão nacional. Então não vamos nos alongar muito porque o conteúdo abaixo explica melhor toda a história do Basim e a rotina dele até a final da competição. Se quiser conhecer mais sobre os vídeos do mangue, o link do canal fica logo no final do post. Vida longa, DJ Basim. De São José do Rio Preto para o mundo.

DJ Basim | Essa Fita Memo

Programa Mangroovee 43: Sabotage, Sean Kuti, Earth Disciples, Gilberto Gil e Dubatak

Encostamos na nossa modesta matriz para deixar vossa senhoria por dentro do episódio de número 43 do Programa Mangroovee, que foi transmitido pela Rádio Educativa FM no dia 26/10. Com três faixas retiradas do disco póstumo do Maestro do Canão, o primeiro bloco da sessão foi totalmente dedicado ao mestre Sabotage. Fora isso, você ainda confere faixas de IFÁ, Blitz the Ambassador, Sean Kuti, Azymuth, Jeff Boto, Derajah, Gilberto Gil, Nelson Cavaquinho, Chico Buarque, Mário Castro Neves, João Nogueira, Edson Frederico, Earth Disciples e Hopetown Crowford. Uma hora completa pautada pelo reggae, rap, afrobeat, brazuka e tudo aquilo que costuma trilhar o expediente do mangue. Pegue seu café, aperte o play e se gostar, compartilhe o trabalho na sua área. A firma agradece.

Programa Mangroovee #42: DV Tribo, Raphael Saadiq, Hiatus Kaiyote e Max Romeo

Boa tarde aí desse lado. Pode ficar totalmente à vontade e sintonizar os ouvidos no player abaixo para escutar Sabotage, DV, Hiatus Kaiyote, Raphael Saadiq, Charles Bradley, Rodrigo Ogi, Seu Pereira e Coletivo 401, Cabruêra, People Under The Stairs, Afu-Ra, Da Bush Babees, Peter Tosh, Burning Spear e Max Romeo.

A edição de número 42 do Programa Mangroovee chega em novo formato. Como vossa senhoria poderá conferir com os próprios tímpanos, agora, separamos a sessão por blocos. Chegamos com reggae, soul music, rap e música brasileira, além de tudo aquilo responsável por embalar nosso expediente em seis anos de caminhada. É só chegar no play, gente boa.