Mangroovee no Ar #60: Baco, OQuadro, Bivolt, Flora, Tony Allen e Nina Girassóis

Ontem comandamos novamente o som na Educativa Fm 106,7, estação de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, em mais uma edição do Mangroovee no Ar. Selecionamos lançamentos na conta de OQuadro, Emicida, Baco Exu do Blues, Flora Matos, Bivolt, NP Vocal, Nina Girassóis (Feminine Hi-Fi), Eva Lazarus, Mungo’s Hi Fi, Damian Marley, BaianaSystem e Tony Allen. Além das boas novas, também reviramos nossos arquivos e garimpamos músicas assinadas por Gustavo Dread, Matumbi, Neno Exporta Som e Antonio Carlos & Jocafi. Roteiro, texto, seleção e edição por DJ Mangue e narração na voz de Dárcio do Valle. Se quiser conferir os sons que embalaram a sessão, é só apertar o play abaixo. Original Mangroovee.

Assinada pelo DJ Mangue, Brasil com S é a nova mixtape do Mangroovee. Ouça e baixe

Após colocarmos na rede os dois volumes da série Onda, é com imensa satisfação que encostamos aqui na matriz para avisar vossa senhoria que o novo trampo do Mangroovee tá no ar. Assinada pelo DJ Mangue, também conhecido em um passado recente como Gusta, a mixtape Brasil com S embala seu radinho somente com músicas brasileiras mocadas. Iniciamos a viagem por terras brasilis com o malungo Chico Science passando a visão na introdução, depois você confere faixas assinadas por Projetonave, Red Lion, Síntese, OQuadro, Combo X, Alienação AfroFuturista, Eskrúpulos, YOka, Indigesto, Tatiana Bispo e 3 Pilares, além de uma dubplate especial preparada pelos camaradas Digitaldubs e Jota 3.

Você só precisa garantir o café preto aí desse lado e apertar o play abaixo para escutar mais uma trilha despachada pelo nosso selo. A arte ficou na conta do nosso irmão Matheus Mattos, que também é responsável por desenvolver todas as artes dos bailes e outras ações realizadas pela firma. Muito obrigado a todo mundo que fortalece nosso corre. Original Mangroovee.

DJ Mangue

Mangroovee no Ar #59: Question, El Michels Affair, Luiz Carlos Vinhas e Savave

Depois de colocarmos no ar o episódio especial sobre os 10 anos do disco Superação, do Contra Fluxo, voltamos até a matriz para continuar apresentando nossa saga pelas ondas sonoras das frequências moduladas. A sessão que colocamos aqui para trilhar a quarta-feira de vossa senhoria foi ao ar no último mês de maio, mas acabou ficando parada nas gavetas do mangue por algum tempo. Mas fizemos o resgate ontem à noite e cá estamos nós para deixar você por dentro de tudo aquilo que ecoou na Rádio Educativa FM 106.7 naquela oportunidade. Iniciamos com Luis Carlos Vinhas, André Sampaio & Os Afromandingas, BNegão, El Michels Affair, Hugh Mundell, Dennis Hamilton, Barrington Levy, Thiago Elniño, Dow Raiz, Gali, Funkeiro, Jamés Ventura, Savave, Hidden Orchestra, Question e Quantic. É só apertar o play, gente boa.

Mangroovee no Ar #58: 10 Anos do disco Superação, do Contra Fluxo

Durante os 7 anos de caminhada do Mangroovee e os 28 de vida desse que vos escreve por aqui, o disco Superação, do Contra Fluxo, é, com certeza, a trilha número 1 do nosso expediente. Escutamos todo dia pelo menos uma faixa do clássico álbum duplo lançado em 2007 pelo grupo paulistano formado por Mascote, Ogi, Munhoz, Dejavu e DJ´s Big Edy e William. Aproveitamos o aniversário de 10 anos do registro e acionamos nosso camarada Mascote para tirar do forno uma edição especial do Mangroovee no Ar sobre uma década de vida do trabalho em questão. Além do integrante do Contra, também trocamos ideia – via whats app – com Rodrigo Brandão, Dario Beats e Jamés Ventura, que são alguns dos convidados da trilha.

Gostamos bastante do episódio abaixo. É louco demais ter o aval dos caras e ajudar a propagar um trabalho tão importante na história do mangue. Logo mais, a partir das 22h, você vai poder conferir no rolê de carro a sessão na Rádio Educativa FM. Porém, se tiver afim de conferir agora, é só chegar no play. Gostaríamos de agradecer a todo mundo que fortalece nosso trabalho. Um salve especial para Mascote, Rodrigo Brandão, Jamés Ventura e Dario Beats, que toparam fazer essa edição. Vida longa ao Contra Fluxo e a todos aqueles que fazem música com o coração.

Mangroovee no Ar | Contra Fluxo

Trocando Ideia #18: Red Lion estreia com o excelente EP De Onde Eu Vim

Retirado do forno da Família Macaroni no final do último mês de abril, o EP De Onde Eu Vim marca a estreia do MC Red Lion em um trabalho de estúdio. O registro apresenta o leão vermelho oriundo do Jardim Zaíra, bairro da cidade de Mauá, deslizando a levada em cinco instrumentais assinados por DJ B8 (ProjetoNave), Jeff Botto, Fya Sound e Amanajé Riddims. Se você já teve a chance de ver o mano comandando o baile ao lado de equipes de som como J*Z Sound System e Paz & Dub Seletores, vossa senhoria deve ter percebido que Red Lion é um dos mestres de cerimonias mais originais da cena. Nós já tínhamos feito contato com os manos, mas, devido ao corre diário dos dois lados, conseguimos subir somente agora a entrevista aqui na matriz do Mangroovee. Sem mais delongas, aperte o play abaixo e boa leitura.

1 – Fica bem claro no título do EP De Onde Eu Vim que você tem bastante orgulho aí da sua área, o Jardim Zaíra, em Mauá. Como foi crescer por aí e, falando especificamente do bairro, quais foram suas primeiras influencias e experiencias musicais no JZ?

Red Lion: De Onde Eu vim é a vida no Jardim Zaíra, é a cultura SoundSystem Reggae aqui do Brasil. Essas são as maiores referências para esse trabalho em matéria de geografia e sonoridade. Sou filho de nordestinos e cresci no Zaíra nos anos 90. Tinham poucas favelas nessa época e algumas ruas de barro, que eram onde eu brincava com meus primos. Também nos reuníamos muito na casa da minha avó. Era muita correria para os meus pais, mas a gente não sentia isso. Primeiro veio o Reggae. Meu tio João me levou em um show do Tribo de Jah quanto eu tinha uns 14 anos. Depois veio Bob Marley e toda linhagem roots da Jamaica. O rap estava caminhando lado a lado, com vários grupos nacionais e as coletâneas do Dinamite. E logo após isso vieram os artistas do bairro, caras que admirava e queria colar, como o Fumaça e o Fyahman do J*Z SoundSysytem, Dj Voddo e Beto Malfatti, do Triplex, entre outros. Só tinha monstro. Uma banca muito pesada e talentosa.

2 – Quão importante foi para sua formação como artista fazer parte do J*Z Sounds? E, na sua opinião, qual a importância da cultura sound system em meio ao cenário do reggae?

Red Lion: No J*Z SoundSystem eu aprendi a ser MC. Conduzir o cerimonial dos bailes, rimar em diversos estilos de riddims e gravar dubplates. O J*Z é uma grande escola pra mim. Esses dias eu estava pensando como o sistema de som é parecido com a fundação do Hip-Hop. Na minha opinião, o estilo DJ/MC SoundSystem significa liberdade. As pessoas colam nos eventos de rua exatamente pelo ambiente proporcionar isso, entende? Claro que também tem a música. O reggae ecoado pelas equipes de som é mais extenso, mais denso, tem mais amplitude.

3 – Antes do lançamento do EP, o single Quem é Essa Menina? e o som Novos Tempos, onde você chega em cima do beat do BIG, já estavam nas ruas. A gente ainda não tinha escutado você rimando em cima de boom bap e gostamos bastante do resultado. Em matéria de rap, quais são suas maiores influências e o que você anda escutando ultimamente?

Red Lion: Sempre escutei muito rap. Comecei com os nacionais, ouvindo as trilhas do Espaço Rap com meu primo Dudu. Ele também me apresentou muita coisa como Planet Hemp, Tupac, Nação Zumbi, as coletâneas do Dinamite eram dele. Depois veio a febre do Wu-Tang no Zaíra. Muito rap com o Voddo, o Edel e o Chavão. Me levaram no Indie Hip-Hop, onde conheci muita gente realmente envolvida com a cultura. Os artistas favoritos foram mudando. Hoje em dia os que mais ouço são Bryson Tiller, Russ, Drake e Travis Scott Aqui do Braza eu gosto de Flora Matos, Mano Brown, Rael e Cacife Clandestino.

4 – O EP De Onde Eu Vim é o primeiro lançamento da Família Macaroni. Conta mai como surgiu a ideia da FM e quais são os próximos planos do coletivo?

Red Lion: Família Macaroni nasceu de uma brincadeira num baile do Paz & Dub, em Franca. Acho que foi um tune do Ganja Groove que falava “HolyHoly Macaroni” e essa fita virou meio que o grito de guerra, saca? Mas parece que está se tornando algo maior. Todo mundo precisa de uma Família. Então Julio Polo e eu decidimos criar a nossa, baseada nos princípios de Lealdade, Unidade e Fraternidade. Além de ser uma fraternidade, a Família Macaroni trabalha como produtora e selo. Estamos trabalhando no lançamento do meu próximo EP e vamos anunciar muita coisa nova até o final do ano.

5 – Queríamos te dar parabéns pelo trampo. Achamos o resultado muito bom, bem original. Como foi o processo criativo do trabalho e qual a sensação de colocar o EP nas ruas?

Red Lion:  Sou muito grato pelo carinho de todos que ouvem as músicas e mandam um salve. Foi muito bom todo processo de gravação com meu mano Jeff Botto. Aprendi bastante. O dia do lançamento foi foda. Os amigos colaram aqui no estúdio. Meu primeiro disco, né? Então é muito loco ver a capa, seu nome no bagulho e tudo mais. Quero aproveitar e deixar um salve para o Premier King, que é o responsável por assinar a capa e a identidade visual do EP.

6 – Existe a possibilidade do registro sair em algum formato físico? Agora é com você, Red. Deixa seus contatos para quem quiser levar a apresentação até outras áreas do país, baixar o EP e tudo mais…

Red Lion:  O EP sai na primeira semana de agosto no formato tradicional de CD. Um salve para todo mundo do Jardim Zaíra, Mauá e todos da cultura SoundSystem, Reggae e Rap. Seguimos trabalhando. Fiquem sintonizados que muito em breve tem trabalho novo a caminho. Tamo junto Mangroovee. Muito obrigado pela oportunidade!

Red Lion | Download EP De Onde Eu Vim

Mangroovee no Ar #56: DV Tribo, Don L, Sampa The Great, Chronnix, Jay Z e Dow Raíz

Depois de quase um mês sem postagens aqui na matriz, é hora do mangue voltar à ativa no melhor estilo. Nosso diretor de artes Eduardo Falcão, o Acervo Canhoto, colocou o cerebelo para trabalhar e bolou a nova arte da nossa saga em parceria com a Rádio Educativa FM. A edição de número 56 do Mangroovee no Ar embalou a estação rio-pretense com lançamentos de Don L, DV Tribo, Djonga, Eloy Polemico, Joey Badass, Jay Z, Chronixx, L’Entourloop, Nomade Orquestra, Chillhop Music, além de sons assinados por Sampa The Great, Grayboy, Sharon Jones, Quantic, Dow Raiz e Johnny Clark. O nome mudou, mas a qualidade continua a mesma, gente boa. Aperte o play. Se gostar, mostre nosso trabalho para xs amigxs. O mangue agradece de coração.

Mangroovee no Ar #55: Luiz Melodia, Reflection Eternal, Pancho, Chosen Few e Coleti

Disparada pela antena da Rádio Educativa 106,7 no dia 5 de abril, a edição de número 55 da nossa saga radiofónica embalou o município de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, com música brasileira, reggae, rap, funk e muito mais. Prestamos uma homenagem ao mestre Luiz Melodia, que segue firme e forte na batalha contra o câncer, e também selecionamos Flora Matos, Reflection Eternal, Pancho, Coleti, Richard Ace, Chosen Few, Froid, Riddle, Mood, Pete Rock, Blu e Alton Ellis. A essa altura do campeonato, você já deve saber que embalamos a sessão com uma hora de muita música, sem intervalos comerciais. Então aperte o play e escute mais um capítulo do mangue pelas ondas das frequências moduladas. Não deixe de mostrar nosso trabalho para o(a)s amigx(a)s. Muito obrigado!

Trocando Ideia #17: Sono TWS e Laylah Arruda lançam o single Pequenos Templos

Dois grandes nomes da música independente tupiniquim que passam direto aqui no mangue e sempre atendem nossa equipe na maior camaradagem acabaram de soltar um excelente trampo na rede. Estamos falando do nosso amigo Sono TWS e da cantora Laylah Arruda, que trincaram a parceria e soltaram hoje pelo selo Tired Of People o single Pequenos Templos. Se você acompanha nossas atualizações, com certeza já escutou alguma das beat tapes do produtor oriundo de Jundiaí, no interior de São Paulo, e também conferiu o trabalho da paulistana no coletivo Feminine Hi-Fi ou ao lado da banda Santa Groovee. Trocamos uma ideia bem dahora com a dupla sobre a música em questão e vossa senhoria só precisa apertar o play abaixo enquanto confere a entrevista. Caso goste do resultado, acesse o link ao final do post e abençoe sua HD com a faixa.

1 – Você lançou muito mais beat tapes do que instrumentais em parceria com cantore(a)s. A faixa O Mundo é Música, que saiu no disco Jah Bless Ventura, do Jamés Ventura, foi uma exceção. Qual a diferença entre criar a batida para uma tape e fazer um trabalho com alguém cantando em cima da base?

Sono TWS: A diferença é que o processo criativo de uma beat tape é bem individual, diferente do trabalho feito em parceria com alguém. Tenho um arsenal de beats e procuro escolher as produções que tem a ver com cada pessoa. Quando rola a identificação, o trabalho flui. Ainda não tive oportunidade de criar um instrumental feito especialmente para determinado artista.

2 – Como aconteceu o encontro entre o trampo de vocês?

Sono TWS: Já éramos amigos e tínhamos conhecimento do trabalho de cada um. Até que certo dia conversamos sobre fazer algo em parceria e mostrei algumas batidas que tinha por aqui. Depois ela me mandou uma guia e começamos a desenrolar todo o processo. Gravamos as vozes no estúdio Dubatak Records, do Jeff Boto, e mixamos a música com o Tiago Frúgoli. Ficou tudo entre amigos e acredito que isso tenha colaborado bastante para o resultado final do som.

3 – Existe a possibilidade do trampo sair em compacto ou em algum outro formato?

Sono TWS: Vamos soltar esse som na rua e esperar a repercursão. Acreditamos que nesse momento não sairá em formato físico, mas no futuro quem sabe. Talvez cortar uns dubplates para experimentar nas festas. Temos interesse em manter essa parceria, acredito que quem ouvir a faixa vai perceber a sintonia do nosso trabalho. Mostrei vários beats para a Laylah, já separamos alguns e estamos deixando a natureza ditar o tempo, sem pressa.



4 – Depois do lançamento do single, quais são os próximos passos do selo Tired Of People?

Sono TWS: Entre julho e agosto vou lançar minha próxima beat tape, We Can Get Along, em cassete e pretendo soltar em vinil. Conversei com o pessoal de fora e estou pesquisando por aqui para ver se é viável ou não. O corre é independente, tudo tem um custo para sair do papel mas teremos novidades nos próximos meses.

5 – Já tínhamos escutado você cantando em várias vertentes ao lado da banda Santa Groove e em alguns riddims, mas nunca em um boom bap cheio de referências do jazz. Como foi soltar a voz no beat do Sono e, na sua opinião, quão importante é para o artista sair da zona de conforto e transitar por diferente vertentes musicais?

Laylah Arruda: A música jamaicana é o universo onde tenho mais experiência para plantar minhas composições. Já são 12 anos de atividade no cenário Sound System e isso cria uma familiaridade cada vez maior com o reggae e todas suas vertentes. O trabalho com meus irmãos do Santa Groove me ajuda muito a explorar outras vertentes que tanto gosto, mas ainda não tinha rolado a oportunidade de realizar oficialmente.

A cultura reggae de sistemas de som é uma grande escola porque apresenta um modus operandi em que o Toaster ou Singjay (meu caso, que é a emcee melódica) precisa se virar para encaixar a voz nos riddims que o seletor toca. Nada combinado, sempre no estilo livre. Além disso, quando falamos de dubplates (músicas exclusivas encomendadas por equipes ou seletores), a demanda é alta e fazemos vários temas em um único dia de estúdio. Isso exercita a capacidade de compor na hora e ser rápida no gatilho quando apertam o REC.

Acredito que essa bagagem me possibilite navegar por outros mares de um jeito mais massa. De fato, Pequenos Templos é uma saída da zona de conforto, mas eu encaro como um revival em certo aspecto. Meu primeiro mergulho real na música, como apreciadora e arriscando pequeníssimas gravações, foi fazendo Rap. Sinto esse trabalho como uma imensa realização de sonho. Algo que devaneava na adolescência e hoje posso concretizar exatamente com a sonoridade que sempre imaginei.

6 – A letra do som fala sobre relações afetivas, que é um tema bastante discutido nos dias atuais, onde tudo vira muito instantâneo e passageiro. Qual a mensagem que você tentou passar para quem escutar a faixa?

Laylah Arruda: Que não precisamos de muito para amar, mas devemos nos permitir. Em tempos de consumo, status e egos inflados, a gente parece mais correr atrás de legitimar o nosso avatar do que dedicar espaço e energia pra amar alguém. Então Pequenos Templos cria um universo do particular, de como cada pequena e delicada atitude cria castelos de emoção. E, pelo menos pra mim, isso é amar. Sem medos, sem rodeios, simples.

Laylah Arruda | SonoTWS | Tired Of People

Mangroovee no Ar #54: Marvin Gaye, Marku Ribas, Digitaldubs, Marcelo Fragoso e Cornel Campbell

Ecoada pela antena da Rádio Educativa FM no dia 29 de março, a edição de número 54 do Mangroovee no Ar disparou para os quatro cantos de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, uma seleção pautada por soul, funk, samba rock, dub, reggae e rap. Caso você não conseguiu escutar o episódio pela transmissão da estação, pode ficar tranquilx aí desse lado porque nosso Mixcloud acabou de ser atualizado com a sessão em questão. Então garanta vosso café preto e aperte o play abaixo para embalar a quinta-feira com Gil Scott-Heron, Brian Jackson, Donny Hathaway, Marvin Gaye, Marku Ribas, Marcelo Fragoso, Paulinho Boca de Cantor, Augustus Pablo, Al Campbell, Cornell Campbell, Digitaldubs, Cedric “Congo” Myton, RZO, Rincon Sapiência e Froid. Compartilhe nossa saga radiofónica na sua área e ajude a firma a continuar propagando a boa música.

Mangroovee no Ar #53: Especial Dia das Mulheres

Transmitido pela Rádio Educativa FM 106,7 em 8 de março, no dia das mulheres, a edição especial do Mangroovee no Ar embalou uma hora de sessão na estação rio-pretense somente com artistas brasileiras. Passamos a bola para Gal Costa, Joyce, Rosinha de Valença, Thalma de Freitas, Céu, Lurdez da Luz, Marietta Massarock, Luana Karoo, Yzalú, Tássia Reis, Laylah Arruda, Maria Elvira, Flora Matos, Karol Conka e Soraia Drummond. Você só precisa apertar o play abaixo para conferir como foi o episódio em questão. Se gostar, compartilhe nosso trabalho aí na sua área. O mangue agradece!