Mangroovee no Ar #31: Anderson Paak, Síntese, De La Soul, BK, Erykah Badu e Matéria Prima

Aos poucos vamos recuperando o tempo perdido e voltamos com nossas atualizações aqui no mangue. Se vossa senhoria já viu nossa postagem sobre o trampo do Cachola, agora é hora de ficar por dentro da edição de número 31 do Mangroovee no Ar. A sessão chega apresentando nomes como Anderson Paak, Black Alien, Síntese, De La Soul, BK, Erykah Badu, Posse Cutz, Jurassic 5, Matéria Prima, Marechal, Don Cesão, Yzalú, Axel Alberigi, Ralph, EMED16, entre outros. Conhece o esquema, né? Fique à vonts e chega no play.

Trocando ideia #9: O MC Cachola e o novo single Sentimentos High-Tech

Representando o Rio Grande do Sul, o Cachola é um talentoso MC que trabalha mocado por aquelas bandas do Brasil e só tira lançamento pesado da cartola. Quem nos mostrou o trampo dele foi nosso amigo Trujillo e, desde então, escutamos direto faixas como A Mensagem, Tá Frio Afu, Louco da Cabeça, O Teto e muito mais. Em fase de mixagem e masterização do EP Planeta Terra de Ninguém, o rimador de Porto Alegre lançou o excelente single Sentimentos High-Tech. Aproveitamos a deixa para trocar uma ideia com o mano. Você pode conferir a conversa e os sons logo abaixo.

1 – Percebemos no seu trampo bastante influência do rap da década de noventa, além de muitos elementos do reggae/ragga. Quais são suas principais referências musicais?

Cachola: Minha influência direta foi o Planet Hemp, porém, com o passar do tempo comecei a escutar SP Funk, RZO, Sabotage, Mahal, Inumanos, SNJ, Quinto Andar, Consequência, Da Guedes, Pentágono, Criolo, entre outros. Sean Price, Mos Def, KRS One, Talib e Nas são algumas referências da gringa. Gosto bastante das produções lançadas entre o final dos anos 90 e começo dos 2000. Atualmente, em matéria de ragga, ouço Capleton, Buju Banton e Morodo, da Espanha, mas também fui muito influenciado pelo som da família Marley.

2 – Achamos bem original a cena local do Rio Grande do Sul. Escutamos nomes como O.C.L.A., Pok Sombra e Zudzilla. Quais outros artistas andam fazendo barulho por ai também?

Cachola: Existem vários grupos trampando pesado aqui no Sul. Blood Phill, E20, Tio Scooby, Milianos, Dlamotta, Rafuagi, CNR, Viralatas, Press, JL, Zilla Sonoro, Nega Jaque e por aí vai.


3 – Você rima, faz as bases, dirige e edita os vídeos. Como é ficar no controle de tudo isso?

Cachola: Comecei a me arriscar além da escrita e do canto por gostar de atuar em diferentes áreas. Sem contar pela necessidade, porque fica complicado depender dos outros e exigir excelência no trabalho de alguém que não esta sendo pago. Hoje em dia, mesmo me envolvendo em todas esses processos, procuro distribuir o trabalho para o resultado ter ainda mais qualidade. Acredito que quanto maior o número de pessoas atuando nos lugares certos, melhor será o resultado final do trampo.


4 – Depois da faixa Sentimentos High-Tech, o que mais vai sair do forno?

Cachola: Mês que vem vou lançar, em parceria com a Nunca Filmes, o vídeo do single Sentimentos High-Tech. Mais pra frente, perto de outubro, vai sair o EP Planeta Terra de Nínguém, que está sendo gravado no estúdio Soma, em Porto Alegre, e mixado e masterizado por Luiz Café, no estúdio Um Só Caminho, no Rio de Janeiro.

Cachola

Mangroovee no Ar #30: Otto, Chico Batera, NZ, Evinha, Projeto Nave e Célia

Não sabemos se vossa senhoria leu na página do mangue no Facebook, mas estamos há algum tempo com acesso restrito à internet. Pode ficar tranquilo(a) aí desse lado porque o problema será resolvido o mais rápido possível para que você volte a acompanhar nossas atualizações diárias aqui na matriz. Enquanto não solucionamos a questão, deixamos o episódio de número 30 do Mangroovee no Ar como trilha sonora da quinta-feira.

Viajamos até a década de 70 e garimpamos nomes brasucas como Célia, Chico Batera, Hyldon, Majó, Evinha e Fafá de Belém, mas também chegamos até os dias de hoje com Otto, I.F.Á. Afrobeat, Fino Coletivo, Nação Zumbi, DJ Makô, Dubstereo, Projeto Nave, Alessandra Leão e muito mais. É só chegar no play abaixo e conferir uma hora embalada pela verdadeira seleção brasileira da boa música.

Mangroovee no Ar #29: OQuadro, Ordem Natural, Tony Allen, Abayomy e BNegão

Após um hiato de oito meses, estamos de volta no ar com nosso trampo feito para a Rádio Educativa FM 106.7, de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Se vossa senhoria tava sentindo falta das sessões semanais do mangue na estação rio-pretense, pode ficar tranquila aí desse lado porque marretamos mais um ano de transmissões. A volta do Mangroovee no Ar foi embalada com Tony Allen, BNegão & Seletores de Frequência, João Donato, Abayomy Afrobeat Orquestra, Rodrigo Ogi, Zudizilla, OQuadro, Eloy Polemico, Jamés Ventura, Ordem Natural, Síntese, Benfa & Drop, Pizzol, Elo da Corrente e muito mais. Aperte o player abaixo e ajude a firma a continuar propagando a boa música no mundão. Caso você goste do trabalho, escute os outros episódios no nosso canal do Mixcloud e compartilhe aí na sua cidade. Agradecemos!

Programa Mangroovee

Trocando ideia #8: O produtor SonoTWS chega com a beat tape Sentimentos

Nosso camarada SonoTWS, que colou na terceira edição do baile Chumbo Grosso com CESRV e Sants, lançou pelo selo Us Natives Records, dos EUA, a beat tape Sentimentos. Terceira trilha assinada por ele, a produção saiu em formato K7 e ficou disponível hoje para streaming e download gratuito (name your price) na Bandcamp da gravadora.

Aproveitando a deixa do lançamento, conversamos sobre vários temas relevantes com o protagonista da história. Você pode conferir o mano Sono falando a respeito de inspirações, baterias eletrônicas, vivências, samplers, próximos planos e muito mais. Salve, SonoTWS. Vida longa.

sono

1 – Passaram dois anos entre o lançamento da tape Mocado e do novo trabalho. Comparando os dois registros, achamos a nova trilha bem mais experimental, com uma sonoridade suja. O que mudou na sua visão sobre música durante esse período?

SonoTWS: Muita coisa, e não foi somente a visão musical. Fiquei seis meses tentando viver da música, sem um emprego fixo. A rotina era ligar as máquinas e parava só para almoçar e jantar. Tive a possibilidade de experimentar mais e fazer batidas diferentes. Mas como a valorização ainda é pequena por aqui, as coisas apertaram e sai da capital para voltar á casa dos meus pais, em Jundiaí, onde comecei a trabalhar em algo totalmente diferente – caixa de restaurante. O nome da beat tape veio dessa mudança, pois todo esse processo gerou uma turbulência de sentimentos, além da distância dos amigos, lugar novo e a “frustração” de não conseguir viver da música. Mas hoje vejo que foi a melhor coisa que aconteceu. Estou perto da minha família e trabalho na parte da noite, então tenho o dia inteiro para criar sons nas máquinas. A sujeira da tape veio um pouco da SP303, que foi o sampler utilizado na maioria das produções. O graffiti me ensinou muito sobre uma visão geral de tudo, desde procurar ser original e, acima de tudo, fazer para você mesmo. Agradecimentos especiais ao Cybass pela mixagem e master, e ao Sants, que também ajudou bastante na fase final do registro.

2 – Como aconteceu a parceria com a gravadora Us Natives Records – selo dos EUA responsável pelo lançamento da Sentimentos?

SonoTWS: Coleciono fitas cassetes há alguns anos e sempre pegava os releases da Us Natives. Como esse meio não é tão grande, você acaba conhecendo vários colecionadores, beatmakers com a mesma proposta e faz amizade com eles. A gravadora estava fazendo uma coletânea de batidas e me pediram algumas. Mandei para o selo e na conversa fechamos a idéia de lançar a tape inteira. Isso já faz um ano e virou realidade agora, tanto que os beats foram feitos entre 2014 e 2015. Fico muito feliz com isso. Quem é mais próximo sabe o quanto de energia coloco no trabalho e é gratificante ser reconhecido por outras pessoas.

3 – Você sampleia desenhos animados, obscuridades jamaicanas, telejornais, trilhas de vídeo-game e por aí vai. Além dos recortes, quais são suas principais influencias na hora de criar os instrumentais? Quem são os produtores que te inspiram?

SonoTWS: Normalmente começo com o sample. Recorto ele, depois entro com a bateria e o resto do conteúdo. Isso faz com que as batidas fiquem diferentes, porque o sample dita o que você “precisa”. Sampleei Tintin, um vídeo sobre astrologia e até uma introdução do programa de retrospectiva da Rede Globo. Gosto muito de soul, spiritual jazz, library, essas paradas. O lance do colecionismo, ter os discos originais, é o que me atrai. Precisa ver a felicidade quando chega um Strata East original em casa, é inspiração na certa. Algumas faixas tem histórias pessoais, como, por exemplo, a última da tape, “SAMU Didn’t Show Up” (O SAMU não apareceu). Enquanto estava fazendo ela, acabei passando muito mal e desmaiei umas 4 vezes. Liguei pro SAMU e to esperando até hoje. A sessão do beat ficou aberta e resolvi deixar ele daquele jeito , não acrescentei nada. Minhas influências são os produtores das antigas, Large Professor, Pete Rock, Dj Premier, RZA, Marley Marl, Diamond D, DITC, entre outros. Não escuto muita coisa nova, até falam que sou meio xiita e deveria ser mais aberto, mas não consigo. Acho bem chato o que tem rolado ultimamente – trap e afins.

4 – Lembro que quando trocamos ideia sobre o registro Mocado, de 2014, a SP404 era sua principal bateria eletrônica na criação das batidas. Mas você conseguiu algumas máquinas novas de lá pra cá. Conta aí quais são e como tem sido trabalhar com elas.

SonoTWS: Depois que as outras máquinas chegaram, acabei vendendo a SP-404. Tive a chance de pegar a MPC60ii, a AKAIS950 e a SP12, que era um sonho. Cada uma tem suas limitações. A SP12 só tem cinco segundos para samplear. Então você precisa se virar com essas limitações, e é aí onde entra a criatividade. No computador tem como abrir mil pistas, todo o tempo necessário e, às vezes, isso não tem fim. Essas baterias eletrônicas fazem você trabalhar em cima dos limites delas. Entre julho e agosto, vai sair outra beat tape pela Beatwise Recordings, onde usei mais a 950, a MPC60ii e a SP303. A 303 tem um lugar no meu coração por ter sido o meu primeiro sampler. Também vou soltar produções na SP12, mas vai ser uma coletânea com rappers, sendo um convidado por beat. Estou amadurecendo esse processo, tenho sete bases prontas, mas é mais complicado por não depender só de mim. Queria agradecer ao mista Gusta, que sempre fortaleceu o corre aqui no Mangroove, a rapaziada da minha turma, Os Meia de Lã (TWS), sempre chegando pesado nas ruas, a Us Natives Records e todo mundo que apoia o trampo independente. PAZ!

SonoTWS | Us Natives Records

Trocando ideia #7: O produtor Outromesmo e a beat tape 37, Janela

Da mesma forma que nosso trabalho é feito na base do faça você mesmo, o selo independente Ukiyo Beat Tapes, de São Paulo, também utiliza esse modus operandi na hora de trampar. Então é natural a gente se identificar com a gravadora e atualizar a matriz do mangue com os releases da UBT. E depois de passar por aqui com as fitas de batidas do Pitzan (Elo da Corrente) e Tiago Frúgoli (Rump), agora é a vez do produtor Outromesmo apresentar o lançamento 37, Janela. Oriundo da cidade de Joinville, em Santa Catarina, o beatmaker mudou-se recentemente para Curitiba e retrata exatamente esse momento de transição na trilha abaixo. Para entender melhor todo o processo de criação do cara, trocamos uma breve ideia com ele e vossa senhoria pode conferir logo após o player.

1 – Lemos no release da trilha que ela tem a ver com as recentes mudanças da sua vida. A razão do nome 37, Janela é porque você sempre sentava nessa poltrona durante as viagens. Como a transição de uma cidade para outra influênciou na criação das batidas?

Outromesmo: Todo esse processo envolve muitos sentimentos. Saudades, lembranças e novas descobertas. Fazer beats também acaba sendo um exercício para lidar com isso. A batida imprime certos momentos da paisagem urbana, suas contradições, o ritmo da cidade e tudo mais. Acaba ficando mais evidente pra mim, mas espero que as pessoas consigam sentir a mesma coisa ouvindo o trabalho.

2 – Depois do Tiago Frúgoli e do Pitzan, você é o terceiro artista lançado pela Ukiyo Beat Tapes. De que maneira aconteceu a parceria com a gravadora?

Outromesmo: Comecei a conversar com o Tiago pela internet há mais ou menos uns dois anos, quando passei a colocar minhas produções no SoundCloud. Já curtia o som dele, trocamos várias ideias e no final do ano passado ele me falou do projeto do selo e perguntou se eu tinha vontade de lançar algo. Aproveitamos que a beat tape tava pronta, fiz mais alguns instrumentais e o caminho foi natural. Fico feliz que tenha se concretizado.

3 – Aproveitando o fato do registro ser lançado por uma gravadora brasileira, quem você anda escutando em matéria de nomes nacionais e quais são os próximos planos?

Outromesmo: Além do Tiago e do Pitzan, ouço muito os trampos do Disco Rebel, ki/nu, Ricardo Pereira, SonoTWS, Abud, Alejandro Garrido, Pedro Ramos e o pessoal da Banal, lá do Rio. Quero lançar pelo menos mais um trabalho até o final do ano, procurar sair do conforto na hora da criação, produzir em parceria e visitar São Paulo. No mais, acho que é isso. Obrigado pelo espaço!

Ukiyo Beat Tapes

Trocando ideia #6: Benfa & Drop lançam o clipe de O Mundo é Nosso

Nossos camaradas Benfa & Drop, ex-integrantes do coletivo Reticência, deram mais um passo importante na caminhada e colocaram outra vez São José do Rio Preto no mapa. Previsto para ser retirado do forno da Três Pontos Records no próximo mês, o disco IndiviDUAL começa a ganhar forma e você pode ter uma ideia do que esta por vir assistindo ao vídeo da faixa O Mundo é Nosso, que traz o instrumental assinado pelo produtor carioca Goribeatzz. O Mangroovee trocou ideia com o Benfa sobre o clipe, referências, álbum, entre outros temas. Então vá em frente e conheça melhor o trabalho dos amigos.

1 – Você e o Drop são remanescentes do coletivo Reticência. Na sua opinião, quais são as principais diferenças entre criar os sons em dupla e dividir as ideias com mais cabeças?

Benfa: A diferença é o fato de que cada um tem a sua própria maneira de trabalhar. Temos uma sintonia forte devido aos trampos que idealizamos juntos, quando ainda éramos do Reticência. Os ideais ainda são os mesmos: fazer boa música e aquecer ainda mais o cenário na nossa cidade. O coletivo foi importante para nos ensinar a compor em grupo e criarmos uma identidade como MC’s. Todo esse processo amadureceu nossa música de maneira natural.

2 – A faixa o Mundo é Nosso faz parte do disco IndiviDUAL. Qual a previsão de lançamento do registro e o que podemos esperar dele?

Benfa: O álbum tem previsão pra o mês de maio. São 10 faixas onde colocamos todo nosso amadurecimento e aprendizado adquiridos durante nossa caminhada pelas estradas do rap. A dualidade do indivíduo se encontra presente tanto no conceito do trabalho, como em todo o repertório.

3 – E, falando especificamente de ritmo e poesia, quais rimadores te influênciam na hora de escrever?

Benfa: O rap nacional sempre será uma grande referência, principalmente com nomes como Ogi, Parteum e Kamau. Também procuro ficar atento ao que está pegando na gringa e, atualmente, escuto muita coisa do J. Cole e do Kendrick Lamar.

4 – O clipe mostra o principal ponto turístico de Rio Preto, que é o Parque da Represa Municipal. Como é fazer rap aí na área?

Benfa: Sim, gravamos as passagens na represa. Afinal, quem não se amarra nessa vista? Temos orgulho da cidade e estamos ligados que também tem muita gente trabalhando duro, fazendo suas próprias músicas. Sabemos da nossa realidade como artistas, do nosso potencial e, principalmente, onde queremos chegar. Estamos trampando.

Três Pontos Records

Trocando ideia #5: Aeromoças e Tenistas Russas e o chapado clipe de Baghdad Battery

A banda Aeromoças e Tenistas Russas, uma das mais originais da cena independente brasileira, subiu na semana passada o primeiro clipe do álbum Positrônico, lançado no ano passado. A faixa Baghdad Battery foi a escolhida pelos caras e ganhou um vídeo chapado, no melhor estilo VHS, cheio de referências dos anos 80 e com muita psicodelia. Conversamos brevemente com nosso camarada Juliano Parreira, baixista do grupo, sobre o trabalho em questão e os próximos passos do conjunto de São Carlos, no interior de São Paulo.

1 – O clipe da faixa Baghdad Battery tem uma estética bem anos 80, no melhor estilo VHS. Como vocês chegaram nesse resultado?
ATR: O clipe é resultado de imagens captadas nos dois primeiros shows que fizemos em 2016. O primeiro no CCSP, São Paulo, e o segundo no SESC São Carlos. Depois da edição (digital), o processo passou a ser analógico. Projetamos as imagens em um pano e gravamos essa projeção com outra câmera, colocando efeitos de lentes, caleidoscópios e zoom. O resultado ainda voltou pra edição digital, onde adicionamos alguns efeitos finais.

2 – As cores do vídeo casam muito bem com as experimentações do instrumental. Quais são as referências da banda em matéria de psicodelia?
ATR: Sempre escutamos muito rock progressivo clássico, mas também adoramos bandas contemporâneas que exploram a psicodelia. Artistas como Frank Zappa, Pink Floyd, Tame Impala, Flying Lotus e Som Imaginário são boas referências.

3 – O disco Positrônico vem rendendo bons frutos. Quais os próximos planos da ATR e gostaríamos de saber se tem mais algum vídeo saindo do forno?
ATR: O ATR segue na estrada trabalhando o show do disco Positrônico e também fazendo um novo show acompanhando a cantora Tássia Reis. Já começamos a pré-produção do nosso próximo video, da música Lovejoy, que será lançado em julho e terá direção de Carlos Eduardo Magalhães.

Aeromoças e Tenistas Russas

Conheça o rolê de tinta da crew SMD Gang por São José do Rio Preto.

Antes da última virada de ano, fomos convidados pelos amigos da crew SMD, a.k.a. Só Muleke Doido, para acompanhar o rolê de tinta deles pelas ruas da nossa cidade, São José do Rio Preto. Nosso diretor Zeca Nabis registrou toda a base dos camaradas Leit, Pjot e Rodox nos muros e vagões que transitam no interior paulista. De quebra, vossa senhoria ainda confere 12Vince, Hyldon e Betinho fazendo a trilha de todo o bombardeio de tinta. Se achar louco, inscreva-se no canal do YouTube e fique por dentro dos outros trampos do Mangroovee em formato de vídeo. Só agradece!


 

SMD Gang | Essa Fita Memo

Festival Batuque 2015 – Cobertura Mangroovee

No último mês de dezembro, o mangue teve a honra de trabalhar na cobertura do Festival Batuque, no Sesc Santo André. Tivemos a oportunidade de trocar ideia com nomes como Rodrigo Ogi, Tássia Reis, Rincon Sapiência, Mental Abstrato (Oficial), Ronald Rios, Dj Statik Selektah e DJ Dan Dan, além de registrar imagens dos shows de Joey Badass, BNegão & Seletores de Frequência, RZO e Space Charanga.
 
Como a celebração aconteceu no mesmo dia das manifestações pró-impeachment na Avenida Paulista , aproveitamos a deixa e perguntamos sobre o atual cenário político brasileiro para alguns dos envolvidos. Você pode conferir os dois vídeos logo abaixo. Se gostar, passa o material pra frente e fortalece nosso corre, vai.